As altas dos preços do milho, que estavam sendo observadas especialmente nas regiões consumidoras como Campinas/SP até o encerramento da primeira quinzena do mês, agora passaram a ser registradas também na maior parte das praças produtoras, como Centro-Oeste e Paraná.
Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Agropecuária (Cepea), o impulso veio da demanda mais aquecida. Isso porque o diferencial de preços entre as regiões, que era observado no início de novembro, fez com que compradores se deslocassem para aquisições mais distantes.
A oferta de milho da segunda safra do Centro-Oeste brasileiro, que até o final de outubro estava pressionando as cotações nos mercados do Sudeste, já começou a ficar limitada, devido ao avanço da comercialização. Além disso, as incertezas quanto ao uso da tabela de fretes também limitaram as negociações nos últimos dias. No mês, o cereal já acumula alta de 7,73%.


























