
A Assembleia Geral do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso, Sindusmad, realizada na manhã deste sábado, 25 de abril, em Sinop, reuniu empresários e representantes do setor da base florestal para debater alteração estatutária, prestação de contas de 2025, reajuste salarial previsto na CCT e demandas setoriais.
Presente ao encontro, a convite do presidente do Sindusmad, Felipe Antoniolli, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Progressista), reforçou sua proximidade com a classe madeireira e destacou que o setor precisa ser tratado com respeito, diálogo e regras claras. Ao longo do mandato, Dilmar tem atuado como um dos principais defensores da indústria de base florestal na Assembleia Legislativa, com leis e iniciativas que buscam modernizar a legislação, reduzir entraves e dar mais segurança para quem trabalha dentro da legalidade.
“Eu conheço a realidade do setor madeireiro, sei o quanto ele gera emprego, movimenta a economia e sustenta famílias em vários municípios do Norte de Mato Grosso. O meu compromisso é defender quem produz corretamente, respeita a lei e ajuda o nosso Estado a crescer”, afirmou o Dal Bosco.
O presidente do Sindusmad, Felipe Antoniolli, ressaltou que a presença do deputado reforça a importância de manter um canal direto entre o setor produtivo e o Parlamento.
“O deputado Dilmar tem acompanhado de perto as pautas da indústria madeireira e da base florestal. Dilmar tem um papel fundamental no setor e esse diálogo é importante porque o setor precisa ser ouvido na construção de leis mais justas, mais modernas e conectadas com a realidade de quem empreende e gera empregos”, afirmou Felipe.
Dilmar também lembrou que o fortalecimento da base florestal passa por uma legislação mais eficiente e por um ambiente de confiança entre empresários, trabalhadores, órgãos ambientais e poder público. Para ele, avançar nesse debate é garantir competitividade, preservar empregos e valorizar uma cadeia produtiva que tem peso histórico no desenvolvimento de Sinop e de Mato Grosso.
“Quando a lei é construída ouvindo quem vive o setor na prática, ela deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma ferramenta de desenvolvimento. É isso que tenho buscado, menos insegurança, mais diálogo e mais condições para o setor produzir com responsabilidade”, completou Dilmar.
Juninho Poyer | Assessoria




























