Depois de quase dois meses da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), e do motorista Anderson Gomes no centro do Rio de Janeiro, mais um detalhe do caso foi desvendado. Segundo a Secretaria de Segurança, cinco câmeras instaladas no caminho percorrido pelo carro em que estavam as vítimas foras desligadas entre 24 e 48h antes de crime acontecer.
Com base em investigações, o contrato de manutenção dos equipamentos havia se encerrado em outubro do ano passado. Contudo tudo continuou funcionando por mais de quatro meses até as redes de conexão serem desconectadas.
Uma das câmeras que monitorava a região da Praça Onze não operava no dia em que a magistrada e o motorista foram assassinados. Os equipamentos próximos ao metrô do Estácio que gravava em 360 graus também não funcionava, local exato onde o veiculo foi atingido.
A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios indica que se tratou de uma execução. A polícia continua as investigações do caso.




























