
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) alerta a população e os gestores municipais para que intensifiquem o combate à dengue, zika e chikungunya durante o período chuvoso.
Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) mostram que, neste ano, Mato Grosso já registrou 1.393 casos prováveis de dengue e um óbito pela doença.
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, enfatiza que não existe uma vacina ou um medicamento que faça a prevenção da dengue. Para o enfrentamento da doença, é imprescindível a manutenção dos cuidados diários.
“É preciso o apoio maciço da população, pois sabemos que cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão nas residências. Por isso, é preciso reforçar o alerta para não deixar a água parada dentro de casa ou nos quintais”, reforça o gestor.
Conforme dados do Informe Epidemiológico nº 1, que considera o período de 01 de janeiro a 04 de fevereiro de 2023, Mato Grosso registrou 1.393 casos prováveis de dengue, um óbito e atingiu 39,0 de incidência para cada 100 mil habitantes.
Os 20 municípios com maior registro são: Primavera do Leste (312), Colíder (127), Sorriso (67), Sinop (58), Nova Xavantina (57), Rondonópolis (55), Juína (35), Cotriguaçu (33), Nova Mutum (32), Poxoréo (28), Barra do Garças (26), Alta Floresta (23), Confresa (22), Marcelândia (20), Campo Novo do Parecis (19), Pontal do Araguaia (19), Diamantino (18), Cuiabá (16), Água Boa (15) e Canarana (15). Confirma a lista completa dos municípios no Informe Epidemiológico Nº 015 neste link.
Segundo o Informe, Mato Grosso registrou ainda em 2023 sete casos prováveis de zika e 244 casos prováveis de chikungunya.


























