De cunho filantrópico, o Hospital Santo Antônio ajuda a salvar vidas e zelar pela saúde de pacientes particulares ou do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao longo dos seus 28 anos de funcionamento, foi crescendo e oferecendo, cada vez mais, recursos para a população de uma região que abrange até o Sul do Estado vizinho Pará.
Nesta terça-feira (19), entra para o hall dos hospitais que são capazes de fazer cirurgias cardíacas de alto risco. Uma equipe médica realizará o primeiro Implante Transcateter de Válvula Aórtica (TAV), em um paciente de 83 anos.
O procedimento envolverá vários profissionais da área médica. São, pelo quatro, equipes: o anestesista, um cirurgião cardíaco, um hemodinamissista e um ecocardiografista. Com uma estrutura bastante grande, o Santo Antônio completou o círculo para a ala de cardiologia, ainda, em 2015.
O diretor do hospital, Wellington Randall, revela que, agregado aos recursos tecnológicos, a unidade cresceu, também, nos recursos humanos, mantendo em seu quadro os mais excelentes e capacitados profissionais da área médica.
Os médicos do Santo Antônio nos deixam tranquilos porque sabemos que estão sempre querendo trazer para Sinop o que aprendem de melhor nos congressos que participam dentro e fora do Brasil.
Alan Ósti, um dos médicos que estará na equipe que realizará a cirurgia no paciente octogenário explica que há 10 anos esse procedimento era bastante agressivo.
Nós tínhamos que abrir o peito do paciente para realizar o procedimento, no entanto, muitas vezes os riscos do paciente não aguentar nos impedia de operá-lo. Hoje, o TAVI nos permite, em duas horas, operá-lo através de uma punção na virilha, como se fosse um cateterismo e por ali a gente acessa a válvula e faz o implante dessa prótese.
Os médicos revelam, ainda, que na técnica anterior, quando se abria o peito do paciente para realizar o transplante, era necessário parar o coração e desviar o sangue todo do coração e do pulmão para uma máquina. Agora, o procedimento é feito todo com o coração movimentando, além, é claro, de ser bem menos invasiva.



























